Estou entrando agora no mundo RoR (Ruby on Rails) e estou lamentando não ter tido a oportunidade de ter entrado antes.

Estamos passando por um momento em que muito tem se falado sobre agilidade em desenvolvimento de software, não vou entrar no mérito da questão se isso é um modismo, uma necessidade ou um amadurecimento do mercado, o fato é que está acontecendo, os profissionais estão buscando alternativas para se desenvolver software mais rápido, com mais qualidade e com menor custo.

Daí, muito se tem ouvido sobre processos ágeis, métodos ágeis, ou seja, um foco muito grande no processo de desenvolvimento e na gestão deste processo, por isso o grande destaque que se tem dado principalmente ao XP e ao SCRUM (que merece uma atenção especial).

Mas um outro aspecto do desenvolvimento ágil que também precisa de muita atenção é justamente o aspecto tecnológico, o ferramental, tecnologias que tornem o processo de desenvolvimento mais ágil também, e neste contexto quem mais vem chamando a atenção na comunidade nos últimos tempos sem sombra de dúvidas é o Framework Rails para a linguagem Ruby.

Um casamento perfeito, uma linguagem poderosíssima (que possui suas limitações como qualquer outra, abordarei isso em outro post) que possibilitou a criação de um framework altamente produtivo e com grande qualidade no produto final, o código gerado.

Mas o mais legal em tudo isso, é o fascínio que a linguagem Ruby é capaz de despertar em quaquer desenvolvedor que goste realmente de programar, pois o poder que ela possui por trás do seu dinamismo é capaz de dar asas ao pensamento criativo de qualquer programador.

Programar Ruby on Rails é prazeroso, é divertido pois muito do trabalho braçal que o desenvolvedor tinha em codificação para transações de persistência, validações e outras mais  pode ser reduzido a umas poucas linhas de código que fazem todo esse trabalho com maestria, sem contar a beleza que se vê no código gerado, claro, limpo, fácil de compreender e de manusear.

O resultado não poderia ser outro, o desenvolvedor fica mais focado na solução, no projeto a ser produzido, e isso com mais produtividade e menos desgaste.

Enfim, eu poderia continuar jogando um monte de confete nesta plataforma que conquistou minha admiração, mas o melhor jeito de você confirmar se o que eu estou falando é verdade ou não é pondo a mão na massa, recomendo que você pesquise a respeito, leia, faça downloads, instale e “brinque”, mas cuidado, você com certeza vai sentir uma certa frustração em ter que voltar para o JAVA ou para o C# no seu dia a dia depois de ver como é “animal” programar em Ruby on Rails.

Para ajudar, seguem algumas referências legais:

http://www.ruby-lang.org/pt/

http://podcast.rubyonrails.pro.br/

http://www.rubyonbr.org/

http://api.rubyonrails.com/

http://www.akitaonrails.com



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Posted on 28-04-2008
Filed Under (Marketing) by Rick





Sabemos que a escolha de bons parceiros de negócio é fundamental para se manter competitivo no mercado e gerar satisfação aos nossos clientes, mas infelizmente, o que parece óbvio para alguns, outros precisam aprender quebrando a cara, e este foi um caso que presenciei…

Por Ricardo P. Silva*

 

 

Um boa estratégia de marketing de relacionamento gera por conseqüência programas de relacionamento a serem implementados, e estes por sua vez serão ou não bem sucedidos dependendo de como, quando e com “quem” forem postos em operação.

 

Gostaria de neste artigo falar especificamente deste “quem” que faz parte da operação. Os fornecedores saem de cena para entrarem os parceiros de negócio, parceiros porque não apenas vendem matéria prima ou prestam serviços, mas sim desenvolvem um trabalho integrado com o objetivo de me ajudar a manter meu cliente feliz para que assim eu também fique feliz e com isso o mantenha como meu parceiro. No marketing dirigido, um ponto fundamental é a comunicação, que precisa respeitar alguns critérios como rotina, personalização e acima de tudo, sensibilidade para com o comunicado.

 

Com isso chegamos à conclusão que um parceiro importantíssimo para o desenvolvimento de um programa de relacionamento é o prestador de serviços logísticos, que cuidará para que minha comunicação chegue até meu cliente dentro de um prazo devido, e dependendo do programa, havendo uma via de retorno, pode ser deste parceiro também a responsabilidade de fazer com que esta via chegue até mim. 

 

Quando isso funciona bem é uma maravilha, mas quando a operação falha, o efeito dominó é inevitável. Trabalhei em uma empresa que fazia parte de um pequeno grupo prestador de serviços de back-end tecnológico e operacional para áreas de marketing direto de agências publicitárias. Eu era recém chegado, e logo de cara me deparei com uma situação crítica, onde um determinado cliente, uma agência, estava desenvolvendo um programa de marketing dirigido para uma empresa do ramo alimentício. Uma ação específica para seus clientes compradores de rações para animais de estimação. O objetivo do programa era identificar estes consumidores, mapeá-los quanto à linha de produtos consumidos, volume e periodicidade da compra, e de posse destes dados desenvolver uma linha de comunicação onde consumidores de produtos para cães por exemplo, recebessem informativos sobre como cuidarem melhor de seus bichinhos, deixá-los mais bonitos, saudáveis, e com isso desenvolver uma relação não apenas de consumo, mas de valorização da marca junto ao cliente, e como se isso não fosse o bastante, benefícios seriam oferecidos a estes clientes para que mantivessem seu hábito de compra no ponto de venda específico onde ele se cadastrou, ponto de venda este que provavelmente seria perto de sua casa ou local de trabalho e que também seria beneficiado com material promocional para exposição, amostras grátis para distribuição atrelada a compra, melhores condições de pagamento e premiação por volume de vendas. 

 

Que legal, um cenário perfeito onde não apenas o consumidor final é mapeado e monitorado, como o distribuidor também, dando ao produtor, informação de sobra para desenvolver seus planos estratégicos por um bom tempo. Tudo perfeito, não fosse um pequeno detalhe.  Esta seria uma operação de âmbito nacional, iniciando no eixo Rio – São Paulo, e o processo de inscrição seria feito no ponto de venda por meio de uma fichinha que seria depositada em uma pequena urna lacrada, que seria trocada periodicamente por um motoqueiro que a retiraria e a levaria até sua central para ser encaminhada para a empresa onde eu trabalhava contabilizar a informação, armazená-la em um banco de dados que seria periodicamente repassado para o pessoal de postagem que por sua vez, identificariam os perfis de cliente final e montariam os kits que seriam enviados.

 

A empresa de retirada recebia por mês,e para economizar, mesmo tendo fechado um contrato de retirada semanal em cada ponto de venda, fazia a retirada mensalmente, ou seja, ela passa uma semana em um grupo de pontos de venda, na semana seguinte em outro e com isso, o cliente que recebeu uma promessa de retorno em até 12 dias, só recebia sua primeira comunicação em 45 dias, sendo que neste período ele já havia voltado ao ponto de venda umas duas vezes e com certeza, reclamado sobre o não recebimento do brinde prometido e com isso a ação ficou desacreditada junto ao cliente, junto ao ponto de venda, perdeu-se grande parte do material promocional preparado para a campanha e no lugar de várias pessoas felizes, tivemos vários desentendimentos infelizes resultando em quebras de contrato e perdas de alguns empregos.

 

Todos os que compõem o processo de implementação de um programa de marketing dirigido tem sua importância, e neste caso abordado, o prestador de serviços logísticos era uma peça chave para o sucesso da operação. Como ele foi escolhido? Um gerente que estava mais preocupado com os custos, do que com a qualidade do serviço e que pensava que “moto-boy é tudo igual”, acabou descobrindo que sua tentativa de economizar em um ponto crucial do projeto lhe custou o próprio emprego.

 

Muito mais do que valor financeiro imediato, um programa de marketing dirigido acaba lhe agregando em muitos outros pontos como uma carteira de clientes bem mapeada e monitorada, experiência fruto da relação com estes clientes capaz de lhe proporcionar novas oportunidades de negócio, e é claro, uma carteira de parceiros que se criteriosamente escolhidos e devidamente remunerados, com certeza serão capazes de lhe apoiar em tantos outros programas que você quiser implementar, lhe dando a certeza de que cada um é capaz e fará sua parte com qualidade encaixando todas as peças destes quebra-cabeças chamado marketing dirigido.







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Posted on 27-04-2008
Filed Under (Internet, Marketing) by Rick





Relacionamento Eletrônico – Político X Eleitor

 

O político “do” terceiro milênio precisa “estar” no terceiro milênio, precisa utilizar-se dos recursos tecnológicos disponíveis não apenas para conquistar , mas também manter seus eleitores, e para isso ele precisa usar uma velha receita de bolo, ouvir o seu eleitor, saber quais são suas expectativas, saber o quanto ele está satisfeito, e para essa velha receita de bolo, o político que “está” no terceiro milênio tem ao seu dispor um novo ingrediente, a Internet …

 

Em 1995, não passavam de alguns milhares, hoje em 2008, são 30 milhões de brasileiros conectados a Internet a partir de suas casas em média 12 horas por mês, e se ampliarmos para aqueles que acessam em seus ambientes de t rabalho, escolas, faculdades ou pontos de acesso público, aumentamos substancialmente o número de brasileiros que encontram na Internet não apenas uma fonte de entretenimento, mas também informação e cultura.

 

Hoje nos Estados Unidos, seria possível eleger um presidente da república somente com a população de internautas do país que ultrapassam os 100 milhões, e não tenha dúvida de que em menos tempo do que imaginamos, no Brasil não será diferente, pois hoje já temos internautas suficientes para eleger vereadores, deputados estaduais, federais, senadores e logo teremos com certeza internautas o bastante para eleger um presidente da república.

 

A Internet proporciona a você político, quer seja do poder legislativo ou executivo, a possibilidade de se apresentar de maneira clara, completa ao seu eleitor por meio de um canal onde é possível disponibilizar imagem, texto e som 24 horas por dia 7 dias da semana por um custo insignificante se comparado a televisão ou a mídia impressa, ou seja, seu eleitor pode ver muito mais a seu respeito e ter muito mais subsídios para escolher votar em você.

 

Mas muito mais importante do que aquilo que você pode colocar na Internet , é aquilo que você pode receber por meio dela, pois esta é sem sombra de dúvidas a mídia mais interativa da atualidade, e se você souber e se propuser a explorar esta interatividade, você terá um canal de comunicação tão dinâmico com seu eleitor, ao ponto de obter dele as informações, os subsídios necessários para conduzir seu mandato em uma linha que venha trazer a eles a satisfação de suas expectativas, e com certeza conquistar sua fidelização para futuros pleitos.

 

Seu eleitor quer ser ouvido, quer sentir-se impor tante para você, e você sabe o quanto ele o é, pois foi o voto dele que te deu a oportunidade de estar onde você está, mas a evolução dos tempos tem mostrado que não basta ser eficiente apenas em tempos de campanha, você precisa manter este contato, este relacionamento com seu eleitor para ter o sucesso político que almeja, e para isso, hoje você tem a sua disposição uma ferramenta extremamente poderosa, a Internet .

 

Não seja o último a descobrir o poder que esta poderosa mídia tem a lhe oferecer , o poder de não apenas conquistar, mas manter a atenção e o contato com aquele que é o seu maior patrimônio, o eleitor, tudo isso por meio de um relacionamento contínuo e interativo. Sem sombra de dúvidas você é um político “do” terceiro milênio tendo que lidar com a competitividade deste novo contexto político que se encontra ao seu redor, mas aí vem a pergunta, você é um político que “está” no terceiro milênio utilizando-se dos recursos que toda essa evolução tecnológica veio a deixar a sua disposição?

 

Muito sucesso, e que você possa ser um político vitorioso no terceiro milênio.




 

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