O mercado atual, no que se refere a tecnologia da informação, se consolidou em um modelo de trabalho extremamente pautado nas tercerizações e nas contratações baseadas em pessoas jurídicas devido a todas as questões financeiras que provavelmente você que está lendo este artigo já deve estar cansado de saber (caso você não saiba, mande um e-mail e terei o maior prazer em explicar), e tal cenário, apesar de sanar alguns problemas e facilitar algumas situações gerenciais, criou outros problemas que fazem muitos gestores de equipes de TI literalmente perderem o sono com tais dificuldades gerenciais, problemas que na sua grande maioria estão ligados ao fator “gestão de pessoas”.

Vamos enumerar alguns destes problemas:

1) Por ser um modelo de contratação baseado em pessoas jurídicas, os distratos são mais fáceis e é muito comum um colaborador chegar da noite pro dia e se desligar da empresa/projeto deixando seus gestores com o problema deste desfalque não planejado.

2) É difícil, pra não dizer quase impossível, criar um plano de carreira que possa ser motivador financeiramente além de proporcionar a oportunidade de realização para profissionais que não ambicionam carreiras gerenciais, profissionais que queiram única e exclusivamente atuar em contextos técnicos.

3) É difícil definir uma estrutura de cargos / papéis / salários que seja justa e motivadora ao mesmo tempo, que de forma transparente permita ao profissional saber o que ele precisa fazer pra chegar ao patamar financeiro que ele ambiciona em curto, médio e longo prazo.

4) Muitos profissionais ruins e pouco produtivos conseguem esconder suas limitações e falta de produtividade dentro do time, levando com isso méritos da realização de todos os demais ou levando todos ao fracasso da não entrega ou da falta de qualidade do trabalho que acaba sendo atribuída ao time como um todo e não somente ao indivíduo.

5) Facilmente vemos alguns profissionais extremamente sobrecarregados e outros osciosos dentro de seus projetos.

6) Gestores que muitas vezes não geram resultados tão efetivos ao projeto quanto alguns profissionais mais envolvidos na realização acabam sendo muito melhor remunerados e tal discrepância salarial desmotiva o profissional que se vê garantindo a entrega.

7) Quando o profissional questiona sobre quais perspectivas existem pra ele na empresa quando ele não tem mais para onde crescer verticalmente, a empresa fica sem resposta e fatalmente em pouco tempo também perderá este talento.

Estes são só alguns dos muitos problemas que podemos presenciar hoje de forma muito comum em times de TI desde os menores até os grandes, onde seu gerenciamento é basicamente baseado em modelos hierárquicos de cargos e salários.

Daí vem a pergunta, “como é possível resolver isso?”.

Antes de responder, vamos primeiro fazer um pequeno exercício de reflexão nos colocando no lugar de um profissional que trabalha em baixo de uma estrutura hierárquica e que tem acima dele um determinado gestor, e que para ele poder ganhar mais ou ter mais oportunidades de realização precisa ser promovido para este cargo acima dele que hoje é ocupado por este gestor, com isso as alternativas que lhe restam são esperar que seu gestor seja promovido e que com isso ele tenha a chance de ocupar o seu cargo, esperar que seu gestor seja demitido e que com isso ele tenha a chance de ocupar o seu cargo, esperar que seu gestor morra e que com isso ele tenha a chance de ocupar o seu cargo ou então mudar de emprego… se você fosse este profissional, como você se sentiria? se você fosse este profissional, o que você faria? se você fosse este profissional, o que você gostaria que fizessem por você?

Pode ser que você ache que tudo isso que eu estou apresentando aqui seja pura e simplesmente fictício e fora da sua realidade, pode ser que você nuca tenha se deparado com nenhum destes problemas, pode ser que você esteja extremamente feliz  e satizfeito com a forma como você gerencia seu time de TI ou como você é gerenciado dentro de um time de TI e todos estes cenários que eu te apresentei são surreais e improvavéis, pode ser que você acredite no papai noel, no coelhinho da páscoa e no sací-perere, enfim se este for o seu caso, agradeço por ter lido este post até aqui e te recomendo não perder mais tempo por aqui, caso contrário peço que você leia a sequência deste artigo e debata comigo sobre a proposta que será apresentada para sanar tais problemas se não na sua totalidade, pelo menos na sua maioria.

No próximo post vamos tentar responder estas perguntas…


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O termo SEO é sem sombra de dúvidas uma das siglas mais na moda nos dias de hoje, todo mundo que tenha algum tipo de relação com a internet em suas atividades profissionais, com certeza ouve falar de SEO.

Mas o que me levou a escrever este artigo foi a seguinte pergunta, quantos de vocês que estão lendo este post se preocupam em otimizar seus sites para serem indexados de forma eficiente por algum outro buscador que não seja o Google?

Com certeza, a maioria responderia que sua única prioridade por questões óbvias é o Google, e não querendo criticar, nem defender, mas apenas levar a uma reflexão, será que não valeria a pena se preparar desde já para ter uma indexação eficaz por parte de indexadores como os do yahoo ou o da microsoft? Será que o Google vai sempre dominar? Será que movimentos de mercado como o da microsoft pra cima do Yahoo não podem mudar um pouco este cenário? Se não, o que mudaria?

Por mais que eu seja fã do Google, uso seus principais serviços (Adwords, Adsense, Analytics, Apps, Gmail), ainda sim me preocupa ter uma única instituição com tanto poder em suas mãos, e a 10 anos atrás era exatamente isso que se passava no cenário dos sistemas operacionais com a tão poderosa microsoft, e naquela ocasião eu cheguei a sentir o mesmo incômodo, tanto poder, tanta influência nas mais de uma única empresa.

Mas será que assim como aconteceu com a microsoft, não existe a possibilidade de acontecer o mesmo com o Google de alguma forma? Surgir um novo “super império” dentro do mercado de tecnologia da informação?

Será?

Como eu disse, esta foi apenas pra pensar… e enquanto a gente pensa, deixa eu publicar uns anúncios aqui em baixo pelo adsense, mandar um e-mail pelo Gmail e salvar umas planilhas no googledocs!



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Quando vejo um trabalho bem feito, e que pode de alguma forma ajudar outras pessoas, faço questão de divulgar o máximo possível, e o site www.herokugarden.com é um exemplo deste tipo de trabalho.

Direcionado para aqueles que estão começando a estudar Ruby on Rails, o site Herokugarden provê um ambiente on-line completo para você estudar, desenvolver, publicar e armazenar seu repositório de forma muito simples, prática e objetiva, e a propósito, é de graça.

Durante o barcamp locaweb de rails que aconteceu no mês passado (mar/2009), este foi o ambiente com o qual fiquei “brincando” enquanto trocavba idéias e aprendia um pouco mais sobre Rails.

Se você acessar o link das features (http://herokugarden.com/features) poderá ver tudo que está a sua disposição, é realmente muito bacana.

Eu só testei superficialmente, mas me arrisco a dizer que pra galera que curti trabalhar como free lancer e que uma hora está aqui, outra ali, esta seria uma alternativa muito bacana pra organizar seus trabalhos e flexibilizar suas atividades quanto a local de trabalho e infra-estrutura disponível, ou seja, em qualquer lan-house, você pode desenvolver seu projeto.

Experimentem, e se acharem falhas, por favor, voltem com suas críticas.



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Vejam a notícia, e na sequência a minha crítica:

O Núcleo Softex Campinas realizará, no dia 15 de abril, o curso “APF- Análise de Ponto de Função”. Direcionado aos profissionais que lidam com medição ou validação da medição e software do APF, o objetivo do curso é capacitar o participante em sua aplicação.

O programa acontecerá no campus da Unicamp e deve apresentar conceitos, exemplos de aplicação e exercícios práticos. O treinamento segue o formato recomendado pelo IFPUG – International Function Point Users Group e é baseado no Counting Practices Manual Versão 4.2 (CPM 4.2).
Mais informações no portal www.cps.softex.br

Crítica:
Depois de muitos anos trabalhando com desenvolvimento de software, me sinto a vontade para dizer que é um fato, um triste fato que o uso de métricas para planejamento e validação de desenvolvimento de projetos de software não é uma das disciplinas mais respeitadas, muito pelo contrário, o mercado está cheio de “especialistas” que com sua “experiência” e “expertise” são capazes de ver a especificação de um projeto e na base do “olhômetro” dizer o tempo necessário para este desenvolvimento… Balela, não preciso nem dizer que a margem de erro é absurda e os atrasos constantes.

Sou a favor do uso de métricas, sou a favor do uso de índices e coeficientes não apenas para melhorar a acertividade de um planejamento como também para validadar o resultado de um desenvolvimento e assim verificar a necessidade ou não de se ajustar os coeficientes usados no planejamento inicial.

Olhando por esse ponto de vista, acho louvável a iniciativa da Softex, mas a minha crítica se deve ao fato de que na minha humilde e modesta opinião, APF (que a anos atrás quando eu utilizei tinha uma margem de erro da ordem de 30% segundo especialistas) está desatualizada em relação as tendências e necessidades atuais do mercado.

As técnicas, os métodos, as ferramentas em uso atualmente, que visam atender as necessidades de economia e agilidade no desenvolvimento de projetos de software, fazem da APF uma ferramenta desatualizada, onde seus critérios de complexidade de uma funcionalidade baseado em quantidade de atributos e interfaces de entrada/saída dentre outros elementos de que ela se utiliza, estão aquem da capacidade de se mensurar de forma rápida outros elementos inerentes a um projeto como design, interoperabilidade entre plataformas como on e off line, mobile e etc, além de uma série de outras considerações que renderiam muito assunto para este post.

Por isso minha crítica, e minha sujestão, se possível, pelo menos usem algo como UCPF (use case point function/ pontos de função por caso de uso), evoluam para métodos ágeis como SCRUM que proporcionam novas perspectivas para adoção de métricas, enfim vamos buscar evoluir, aquilo que pode ser evoluido e melhorado, mas caso isso não seja viável pra você, então use APF mesmo, mas use alguma coisa além do seu “feeling”.



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Segundo informações do New York Times, Niklas Zennstrom e Janus Friis, fundadores do serviço de telefonia pela internet (Voip) Skype, estão interessados em recomprar a empresa, que em 2005 foi vendida para o eBay pela bagatela de US$ 3,1 bilhões.

Para levantar o capital necessário à compra, os executivos entraram em contato com diversos fundos de private equity e cogitam incluir também recursos próprios, segundo informaram ao jornal americano “pessoas próximas aos executivos, que pediram para não ser identificadas” (esse tipo de comentário compromete totalmente a credibilidade da reportagem, se me permitem o comentário).

Segundo a reportagem, Zennstrom e Friis pretendem levantar cerca de US$ 1 bilhão com investidores e negociar com o eBay para que o site de leilões aceite o valor restante seria pago na forma de um tipo de débito financeiro em que o vendedor consente receber parte do valor em parcelas. Se aceitar o acordo, a venda do Skype deve superar os US$ 2 bilhões (Ou seja, o eBay vai ter um prejuízo se considerarmos somente a diferença entre o valor pago e o valor negociado atualmente superior a US$ 1 bilhão, sem contar correções sobre este valor desde 2005).

O eBay já admitiu que não existe coesão entre os serviços de voz por IP e com seus serviços de comércio eletrônico. O CEO da companhia, John J. Donahoe, no entanto, afirmou que venderá o Skype pelo preço certo. Segundo analistas, o eBay está em busca de propostas superiores a US$ 1,7 bilhão.
Atualmente, o Skype conta com mais 405 milhões de assinantes e encerou 2008 com receita de US$ 550 milhões.

Enfim, se Niklas e Janus conseguirem comprar a empresa de volta por estes valores e nestas condições após terem vendido pelo valor que venderam em 2005, apesar de estarem nos Estados Unidos, poderemos dizer que os 2 firem um belo negócio da CHINA!



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Sou um fã da virtualização, acho esta uma solução não apenas elegante e flexível, como também extremamente viável para empresas de todos os portes poderem organizar sua infra-estrutura de forma eficiente e segura.

Com o advento do cloud computing, esta tendência irá se consolidar ainda mais, segundo previsão da IDC, o mercado de software para gerenciamento de servidores virtuais deve movimentar US$ 2,3 bilhões em 2013, impulsionado pelo aumento na implantação em larga de servidores virtuais, o que gerará demanda crescente por esse tipo de software.

Se for confirmada, a cifra representará um crescimento de 164%, ou seja, vai mais que dobrar em cinco anos, na comparação com os US$ 871 milhões registrados no ano passado.

Segundo a IDC, no curto prazo, o mercado de software de gerenciamento de servidores virtuais será dominado por produtos relacionados a gestão de mudanças e de configurações.

Até 2013, a gestão de servidores virtuais estará entre as atividades mais importantes nos sistemas de arquitetura de gerenciamento, deixando de ser vistos como um mercado independente.

O estudo da IDC mostra também que a maioria das empresas ainda não integrou os recursos físicos aos virtuais e nem alinhou suas atividades de gerenciamento de servidores virtuais à metodologia ITIL, a biblioteca de melhores práticas de gerenciamento de serviços e infraestrutura de TI.

A expectativa da consultoria é de que nos próximos cinco anos o mercado para esse tipo de software cresça e se estabilize, gerando oportunidades para novos competidores.




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Segundo o blog especializado em tecnologia All Things Digital, o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, e Carol Bartz, do Yahoo, se encontraram há cerca de duas semanas para discutir um possível parceria nas áreas de buscas e de publicidade on-line, até aí, nenhuma novidade.

O que eu achei interessante foi o fato de que durante as conversações entre os executivos também foi cogitada a compra da área de buscas do Yahoo pela Microsoft, o que podemos considerar como uma ação de mercado bem agressiva por parte da microsoft visando atingir o google.

Segundo o New York Times, a parceria na área de publicidade prevê que a Microsoft poderá comercializar anúncios para os serviços de buscas do Yahoo, enquanto a empresa de internet teria como contrapartida o direito de vender banners nos sites da fabricante de software.

Pelo visto esta novela ainda vai longe, e enquanto o negócio não se concretiza, vai rendendo assunto pra gente postar e discutir em sites e blogs focados no tema.

Uma coisa é fato, a Microsoft insiste e pelo visto ainda não desistiu de aproximar do Yahoo, já que no ano passado tentou comprar a empresa por cerca de US$ 47 bilhões, proposta recusada pelo até então CEO do Yahoo, Jerry Young. Após Carol Bartz assumir o comando do Yahoo, a executiva afirmou por inúmeras vezes que está aberta a conversações, discurso também utilizado por Ballmer, que continuava afirmando que o acordo ainda era interessante para a Microsoft.

E aí, será de dessa vez vai rola? façam suas apostas.



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Quando comecei a ouvir sobre “métodos” (não concordo com o termo metodologia dentro do contexto de desenvolvimento de software, metodologia é a ciência que estuda o método, método é o que usamos propriamente dito) ágeis de desenvolvimento de software, procurei artigos que abordassem estudos de caso em cenários que realmente refletissem a realidade da maioria das pessoas que se envolvem em processos de desenvolvimento de software.

Pessoas como primeiramente o cliente, aquele que tem uma necessidade a ser atendida por meio de uma ferramenta de software que precisa ser desenvolvida dentro de um contexto de custo e prazo com qualidade e condições de continuidade e manutenção dentro da vida útil desta ferramenta, o desenvolvedor que precisa entender essa necessidade do cliente dentro de contextos funcionais, identificar os demais requisitos não funcionais para então escolhendo uma ferramenta de desenvolvimento, desenvolver esta solução para o cliente, e por fim existe alguém no meio do caminho (um gestor de projetos ou um SCRUM Master como caracteria o método SCRUM) que trabalha para gerenciar a espectativa do cliente, a produção do desenvolvedor com o objetivo de chegar a conclusão do projeto com uma ferramenta de software entregue dentro das especificações/necessidades do cliente.

Em meio a tudo isso, falando específicamente da proposta do SCRUM, temos a promessa de que por meio de um modelo de gestão ágil, o cliente terá aos poucos (a cada sprint) um elemento de software paupável, capaz de ser avaliado e se aprovado, devidamente publicado em produção, isso em um processo cíclico, contínuo até a conclusão do projeto, ou seja o cliente tem sempre algo pra ver, testar, mudar se quiser e com isso a dinâmica do projeto muda, a visão dos envolvidos muda, a realidade de desenvolvimento do projeto muda, muito mais foco no que é necessário, muito mais foco no que é utilizável, muito menos foco no que é burocrático.

Bom, parece um sonho perfeito, mas se é tão bom assim, o que falta para vingar de vez? o que falta para vermos o papel SCRUM MASTER presente cada vez mais nas fábricas de software e núcleos de desenvolvimento? o que falta para vermos SCRUM como parte do conteúdo das matérias relacionadas a “METODOLOGIAS” de desenvolvimento de software nas faculdades? Na minha humilde opinião, falta coragem para testar, para arriscar, para quebrar paradigmas que acomodam as empresas desenvolvedoras de software sob a falsa segurança de poder gerenciar suas entregas e controlar seus desvios de percurso por trás de gigantescos cronogramas em PROJECT onde o cliente só consegue se deparar com elementos entregáveis do projeto depois de meses de trabalho da equipe de software, depois de muito dinheiro gasto e com isso mesmo que ele não esteja muito satizfeito com o que vai receber, vai ser obrigado a se sujeitar a isso para não ter prejuízo…

Ao contrário do que muitos dizem, não vejo SCRUM como um modismo, vejo como uma evolução na forma de se pensar projetos de software, na forma de se desenvolver projetos de software, mas principalmente na forma de se relacionar entre os 3 principais envolvidos no processo de desenvolvimento de software, o desenvolvedor, o gestor e o cliente, pois o SCRUM os colocar em um contexto de colaboração, cumplicidade, e não mais naquela rivalidade do “só vou fazer o que foi especificado lá trás e pronto” ou “se mudar o escopo vai ter que mudar o prazo, e vai ficar mais caro…” como se vê na maioria dos contextos.

SCRUM ajuda a dar a TI a visibilidade de apoiador, viabilizador, aliado, e com isso todos nõs que trabalhamos com desenvolvimento de software porque gostamos disso, teremos além do prazer de ver um produto concluído e entregue, a satizfação do nosso cliente não somente no que ele está recebendo mas também na forma como ele participou também no desenvolvimento deste produto.

Ganha a empresa que vendeu o projeto, ganha o desenvolvedor, ganha o cliente, enfim… ganhamos todos nós!

Eu acredito no SCRUM, e você?



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Posted on 19-01-2009
Filed Under (Empreededorismo.COM, Internet, Tecnologia) by Rick





Começou a Campus Party 2009, na minha opinião, o evento de maior conteúdo tecnológico da atualidade no Brasil e com maior capacidade de disseminação de conhecimento e informação sobre tudo o que está relacionado a tecnologia da informação.

Tudo isso envolto a muita descontração em um ambiente cheio de “nerds” que curtem aprender e dividir o que sabem, que vibram com as palestras e com as oficinas onde podem por a mão na massa e praticar o que estão aprendendo alí mesmo, no exato momento em que renomados palestrantes, conhecedores de suas áreas de atuação apresentam suas opiniões, suas pesquisas, seus trabalhos.

Não tem como não curtir, (claro que isso se aplica somente ao interessados em tecnologia). E pra dar um plus no envento deste ano, uma parte do evento, a CP LAb, será dedicada a dar oportunidade para que jovens empreendedores apresentarem suas idéias inovadoras de negócios para uma bancada de especialistas que não apenas avaliarão seus projetos mas quem sabe até proporem investimentos para viabilizarem tais idéias.

A propósito, fui selecionado para poder apresentar a minha idéia também, será dia 20/01/2009 às 16:00hs, se você puder aparecer, ficarei feliz em contar com sua torcida!



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Estou entrando agora no mundo RoR (Ruby on Rails) e estou lamentando não ter tido a oportunidade de ter entrado antes.

Estamos passando por um momento em que muito tem se falado sobre agilidade em desenvolvimento de software, não vou entrar no mérito da questão se isso é um modismo, uma necessidade ou um amadurecimento do mercado, o fato é que está acontecendo, os profissionais estão buscando alternativas para se desenvolver software mais rápido, com mais qualidade e com menor custo.

Daí, muito se tem ouvido sobre processos ágeis, métodos ágeis, ou seja, um foco muito grande no processo de desenvolvimento e na gestão deste processo, por isso o grande destaque que se tem dado principalmente ao XP e ao SCRUM (que merece uma atenção especial).

Mas um outro aspecto do desenvolvimento ágil que também precisa de muita atenção é justamente o aspecto tecnológico, o ferramental, tecnologias que tornem o processo de desenvolvimento mais ágil também, e neste contexto quem mais vem chamando a atenção na comunidade nos últimos tempos sem sombra de dúvidas é o Framework Rails para a linguagem Ruby.

Um casamento perfeito, uma linguagem poderosíssima (que possui suas limitações como qualquer outra, abordarei isso em outro post) que possibilitou a criação de um framework altamente produtivo e com grande qualidade no produto final, o código gerado.

Mas o mais legal em tudo isso, é o fascínio que a linguagem Ruby é capaz de despertar em quaquer desenvolvedor que goste realmente de programar, pois o poder que ela possui por trás do seu dinamismo é capaz de dar asas ao pensamento criativo de qualquer programador.

Programar Ruby on Rails é prazeroso, é divertido pois muito do trabalho braçal que o desenvolvedor tinha em codificação para transações de persistência, validações e outras mais  pode ser reduzido a umas poucas linhas de código que fazem todo esse trabalho com maestria, sem contar a beleza que se vê no código gerado, claro, limpo, fácil de compreender e de manusear.

O resultado não poderia ser outro, o desenvolvedor fica mais focado na solução, no projeto a ser produzido, e isso com mais produtividade e menos desgaste.

Enfim, eu poderia continuar jogando um monte de confete nesta plataforma que conquistou minha admiração, mas o melhor jeito de você confirmar se o que eu estou falando é verdade ou não é pondo a mão na massa, recomendo que você pesquise a respeito, leia, faça downloads, instale e “brinque”, mas cuidado, você com certeza vai sentir uma certa frustração em ter que voltar para o JAVA ou para o C# no seu dia a dia depois de ver como é “animal” programar em Ruby on Rails.

Para ajudar, seguem algumas referências legais:

http://www.ruby-lang.org/pt/

http://podcast.rubyonrails.pro.br/

http://www.rubyonbr.org/

http://api.rubyonrails.com/

http://www.akitaonrails.com



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