Quando vejo um trabalho bem feito, e que pode de alguma forma ajudar outras pessoas, faço questão de divulgar o máximo possível, e o site www.herokugarden.com é um exemplo deste tipo de trabalho.

Direcionado para aqueles que estão começando a estudar Ruby on Rails, o site Herokugarden provê um ambiente on-line completo para você estudar, desenvolver, publicar e armazenar seu repositório de forma muito simples, prática e objetiva, e a propósito, é de graça.

Durante o barcamp locaweb de rails que aconteceu no mês passado (mar/2009), este foi o ambiente com o qual fiquei “brincando” enquanto trocavba idéias e aprendia um pouco mais sobre Rails.

Se você acessar o link das features (http://herokugarden.com/features) poderá ver tudo que está a sua disposição, é realmente muito bacana.

Eu só testei superficialmente, mas me arrisco a dizer que pra galera que curti trabalhar como free lancer e que uma hora está aqui, outra ali, esta seria uma alternativa muito bacana pra organizar seus trabalhos e flexibilizar suas atividades quanto a local de trabalho e infra-estrutura disponível, ou seja, em qualquer lan-house, você pode desenvolver seu projeto.

Experimentem, e se acharem falhas, por favor, voltem com suas críticas.



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Vejam a notícia, e na sequência a minha crítica:

O Núcleo Softex Campinas realizará, no dia 15 de abril, o curso “APF- Análise de Ponto de Função”. Direcionado aos profissionais que lidam com medição ou validação da medição e software do APF, o objetivo do curso é capacitar o participante em sua aplicação.

O programa acontecerá no campus da Unicamp e deve apresentar conceitos, exemplos de aplicação e exercícios práticos. O treinamento segue o formato recomendado pelo IFPUG – International Function Point Users Group e é baseado no Counting Practices Manual Versão 4.2 (CPM 4.2).
Mais informações no portal www.cps.softex.br

Crítica:
Depois de muitos anos trabalhando com desenvolvimento de software, me sinto a vontade para dizer que é um fato, um triste fato que o uso de métricas para planejamento e validação de desenvolvimento de projetos de software não é uma das disciplinas mais respeitadas, muito pelo contrário, o mercado está cheio de “especialistas” que com sua “experiência” e “expertise” são capazes de ver a especificação de um projeto e na base do “olhômetro” dizer o tempo necessário para este desenvolvimento… Balela, não preciso nem dizer que a margem de erro é absurda e os atrasos constantes.

Sou a favor do uso de métricas, sou a favor do uso de índices e coeficientes não apenas para melhorar a acertividade de um planejamento como também para validadar o resultado de um desenvolvimento e assim verificar a necessidade ou não de se ajustar os coeficientes usados no planejamento inicial.

Olhando por esse ponto de vista, acho louvável a iniciativa da Softex, mas a minha crítica se deve ao fato de que na minha humilde e modesta opinião, APF (que a anos atrás quando eu utilizei tinha uma margem de erro da ordem de 30% segundo especialistas) está desatualizada em relação as tendências e necessidades atuais do mercado.

As técnicas, os métodos, as ferramentas em uso atualmente, que visam atender as necessidades de economia e agilidade no desenvolvimento de projetos de software, fazem da APF uma ferramenta desatualizada, onde seus critérios de complexidade de uma funcionalidade baseado em quantidade de atributos e interfaces de entrada/saída dentre outros elementos de que ela se utiliza, estão aquem da capacidade de se mensurar de forma rápida outros elementos inerentes a um projeto como design, interoperabilidade entre plataformas como on e off line, mobile e etc, além de uma série de outras considerações que renderiam muito assunto para este post.

Por isso minha crítica, e minha sujestão, se possível, pelo menos usem algo como UCPF (use case point function/ pontos de função por caso de uso), evoluam para métodos ágeis como SCRUM que proporcionam novas perspectivas para adoção de métricas, enfim vamos buscar evoluir, aquilo que pode ser evoluido e melhorado, mas caso isso não seja viável pra você, então use APF mesmo, mas use alguma coisa além do seu “feeling”.



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Estou entrando agora no mundo RoR (Ruby on Rails) e estou lamentando não ter tido a oportunidade de ter entrado antes.

Estamos passando por um momento em que muito tem se falado sobre agilidade em desenvolvimento de software, não vou entrar no mérito da questão se isso é um modismo, uma necessidade ou um amadurecimento do mercado, o fato é que está acontecendo, os profissionais estão buscando alternativas para se desenvolver software mais rápido, com mais qualidade e com menor custo.

Daí, muito se tem ouvido sobre processos ágeis, métodos ágeis, ou seja, um foco muito grande no processo de desenvolvimento e na gestão deste processo, por isso o grande destaque que se tem dado principalmente ao XP e ao SCRUM (que merece uma atenção especial).

Mas um outro aspecto do desenvolvimento ágil que também precisa de muita atenção é justamente o aspecto tecnológico, o ferramental, tecnologias que tornem o processo de desenvolvimento mais ágil também, e neste contexto quem mais vem chamando a atenção na comunidade nos últimos tempos sem sombra de dúvidas é o Framework Rails para a linguagem Ruby.

Um casamento perfeito, uma linguagem poderosíssima (que possui suas limitações como qualquer outra, abordarei isso em outro post) que possibilitou a criação de um framework altamente produtivo e com grande qualidade no produto final, o código gerado.

Mas o mais legal em tudo isso, é o fascínio que a linguagem Ruby é capaz de despertar em quaquer desenvolvedor que goste realmente de programar, pois o poder que ela possui por trás do seu dinamismo é capaz de dar asas ao pensamento criativo de qualquer programador.

Programar Ruby on Rails é prazeroso, é divertido pois muito do trabalho braçal que o desenvolvedor tinha em codificação para transações de persistência, validações e outras mais  pode ser reduzido a umas poucas linhas de código que fazem todo esse trabalho com maestria, sem contar a beleza que se vê no código gerado, claro, limpo, fácil de compreender e de manusear.

O resultado não poderia ser outro, o desenvolvedor fica mais focado na solução, no projeto a ser produzido, e isso com mais produtividade e menos desgaste.

Enfim, eu poderia continuar jogando um monte de confete nesta plataforma que conquistou minha admiração, mas o melhor jeito de você confirmar se o que eu estou falando é verdade ou não é pondo a mão na massa, recomendo que você pesquise a respeito, leia, faça downloads, instale e “brinque”, mas cuidado, você com certeza vai sentir uma certa frustração em ter que voltar para o JAVA ou para o C# no seu dia a dia depois de ver como é “animal” programar em Ruby on Rails.

Para ajudar, seguem algumas referências legais:

http://www.ruby-lang.org/pt/

http://podcast.rubyonrails.pro.br/

http://www.rubyonbr.org/

http://api.rubyonrails.com/

http://www.akitaonrails.com



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