O termo SEO é sem sombra de dúvidas uma das siglas mais na moda nos dias de hoje, todo mundo que tenha algum tipo de relação com a internet em suas atividades profissionais, com certeza ouve falar de SEO.

Mas o que me levou a escrever este artigo foi a seguinte pergunta, quantos de vocês que estão lendo este post se preocupam em otimizar seus sites para serem indexados de forma eficiente por algum outro buscador que não seja o Google?

Com certeza, a maioria responderia que sua única prioridade por questões óbvias é o Google, e não querendo criticar, nem defender, mas apenas levar a uma reflexão, será que não valeria a pena se preparar desde já para ter uma indexação eficaz por parte de indexadores como os do yahoo ou o da microsoft? Será que o Google vai sempre dominar? Será que movimentos de mercado como o da microsoft pra cima do Yahoo não podem mudar um pouco este cenário? Se não, o que mudaria?

Por mais que eu seja fã do Google, uso seus principais serviços (Adwords, Adsense, Analytics, Apps, Gmail), ainda sim me preocupa ter uma única instituição com tanto poder em suas mãos, e a 10 anos atrás era exatamente isso que se passava no cenário dos sistemas operacionais com a tão poderosa microsoft, e naquela ocasião eu cheguei a sentir o mesmo incômodo, tanto poder, tanta influência nas mais de uma única empresa.

Mas será que assim como aconteceu com a microsoft, não existe a possibilidade de acontecer o mesmo com o Google de alguma forma? Surgir um novo “super império” dentro do mercado de tecnologia da informação?

Será?

Como eu disse, esta foi apenas pra pensar… e enquanto a gente pensa, deixa eu publicar uns anúncios aqui em baixo pelo adsense, mandar um e-mail pelo Gmail e salvar umas planilhas no googledocs!



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Segundo o blog especializado em tecnologia All Things Digital, o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, e Carol Bartz, do Yahoo, se encontraram há cerca de duas semanas para discutir um possível parceria nas áreas de buscas e de publicidade on-line, até aí, nenhuma novidade.

O que eu achei interessante foi o fato de que durante as conversações entre os executivos também foi cogitada a compra da área de buscas do Yahoo pela Microsoft, o que podemos considerar como uma ação de mercado bem agressiva por parte da microsoft visando atingir o google.

Segundo o New York Times, a parceria na área de publicidade prevê que a Microsoft poderá comercializar anúncios para os serviços de buscas do Yahoo, enquanto a empresa de internet teria como contrapartida o direito de vender banners nos sites da fabricante de software.

Pelo visto esta novela ainda vai longe, e enquanto o negócio não se concretiza, vai rendendo assunto pra gente postar e discutir em sites e blogs focados no tema.

Uma coisa é fato, a Microsoft insiste e pelo visto ainda não desistiu de aproximar do Yahoo, já que no ano passado tentou comprar a empresa por cerca de US$ 47 bilhões, proposta recusada pelo até então CEO do Yahoo, Jerry Young. Após Carol Bartz assumir o comando do Yahoo, a executiva afirmou por inúmeras vezes que está aberta a conversações, discurso também utilizado por Ballmer, que continuava afirmando que o acordo ainda era interessante para a Microsoft.

E aí, será de dessa vez vai rola? façam suas apostas.



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Posted on 28-04-2008
Filed Under (Marketing) by Rick





Sabemos que a escolha de bons parceiros de negócio é fundamental para se manter competitivo no mercado e gerar satisfação aos nossos clientes, mas infelizmente, o que parece óbvio para alguns, outros precisam aprender quebrando a cara, e este foi um caso que presenciei…

Por Ricardo P. Silva*

 

 

Um boa estratégia de marketing de relacionamento gera por conseqüência programas de relacionamento a serem implementados, e estes por sua vez serão ou não bem sucedidos dependendo de como, quando e com “quem” forem postos em operação.

 

Gostaria de neste artigo falar especificamente deste “quem” que faz parte da operação. Os fornecedores saem de cena para entrarem os parceiros de negócio, parceiros porque não apenas vendem matéria prima ou prestam serviços, mas sim desenvolvem um trabalho integrado com o objetivo de me ajudar a manter meu cliente feliz para que assim eu também fique feliz e com isso o mantenha como meu parceiro. No marketing dirigido, um ponto fundamental é a comunicação, que precisa respeitar alguns critérios como rotina, personalização e acima de tudo, sensibilidade para com o comunicado.

 

Com isso chegamos à conclusão que um parceiro importantíssimo para o desenvolvimento de um programa de relacionamento é o prestador de serviços logísticos, que cuidará para que minha comunicação chegue até meu cliente dentro de um prazo devido, e dependendo do programa, havendo uma via de retorno, pode ser deste parceiro também a responsabilidade de fazer com que esta via chegue até mim. 

 

Quando isso funciona bem é uma maravilha, mas quando a operação falha, o efeito dominó é inevitável. Trabalhei em uma empresa que fazia parte de um pequeno grupo prestador de serviços de back-end tecnológico e operacional para áreas de marketing direto de agências publicitárias. Eu era recém chegado, e logo de cara me deparei com uma situação crítica, onde um determinado cliente, uma agência, estava desenvolvendo um programa de marketing dirigido para uma empresa do ramo alimentício. Uma ação específica para seus clientes compradores de rações para animais de estimação. O objetivo do programa era identificar estes consumidores, mapeá-los quanto à linha de produtos consumidos, volume e periodicidade da compra, e de posse destes dados desenvolver uma linha de comunicação onde consumidores de produtos para cães por exemplo, recebessem informativos sobre como cuidarem melhor de seus bichinhos, deixá-los mais bonitos, saudáveis, e com isso desenvolver uma relação não apenas de consumo, mas de valorização da marca junto ao cliente, e como se isso não fosse o bastante, benefícios seriam oferecidos a estes clientes para que mantivessem seu hábito de compra no ponto de venda específico onde ele se cadastrou, ponto de venda este que provavelmente seria perto de sua casa ou local de trabalho e que também seria beneficiado com material promocional para exposição, amostras grátis para distribuição atrelada a compra, melhores condições de pagamento e premiação por volume de vendas. 

 

Que legal, um cenário perfeito onde não apenas o consumidor final é mapeado e monitorado, como o distribuidor também, dando ao produtor, informação de sobra para desenvolver seus planos estratégicos por um bom tempo. Tudo perfeito, não fosse um pequeno detalhe.  Esta seria uma operação de âmbito nacional, iniciando no eixo Rio – São Paulo, e o processo de inscrição seria feito no ponto de venda por meio de uma fichinha que seria depositada em uma pequena urna lacrada, que seria trocada periodicamente por um motoqueiro que a retiraria e a levaria até sua central para ser encaminhada para a empresa onde eu trabalhava contabilizar a informação, armazená-la em um banco de dados que seria periodicamente repassado para o pessoal de postagem que por sua vez, identificariam os perfis de cliente final e montariam os kits que seriam enviados.

 

A empresa de retirada recebia por mês,e para economizar, mesmo tendo fechado um contrato de retirada semanal em cada ponto de venda, fazia a retirada mensalmente, ou seja, ela passa uma semana em um grupo de pontos de venda, na semana seguinte em outro e com isso, o cliente que recebeu uma promessa de retorno em até 12 dias, só recebia sua primeira comunicação em 45 dias, sendo que neste período ele já havia voltado ao ponto de venda umas duas vezes e com certeza, reclamado sobre o não recebimento do brinde prometido e com isso a ação ficou desacreditada junto ao cliente, junto ao ponto de venda, perdeu-se grande parte do material promocional preparado para a campanha e no lugar de várias pessoas felizes, tivemos vários desentendimentos infelizes resultando em quebras de contrato e perdas de alguns empregos.

 

Todos os que compõem o processo de implementação de um programa de marketing dirigido tem sua importância, e neste caso abordado, o prestador de serviços logísticos era uma peça chave para o sucesso da operação. Como ele foi escolhido? Um gerente que estava mais preocupado com os custos, do que com a qualidade do serviço e que pensava que “moto-boy é tudo igual”, acabou descobrindo que sua tentativa de economizar em um ponto crucial do projeto lhe custou o próprio emprego.

 

Muito mais do que valor financeiro imediato, um programa de marketing dirigido acaba lhe agregando em muitos outros pontos como uma carteira de clientes bem mapeada e monitorada, experiência fruto da relação com estes clientes capaz de lhe proporcionar novas oportunidades de negócio, e é claro, uma carteira de parceiros que se criteriosamente escolhidos e devidamente remunerados, com certeza serão capazes de lhe apoiar em tantos outros programas que você quiser implementar, lhe dando a certeza de que cada um é capaz e fará sua parte com qualidade encaixando todas as peças destes quebra-cabeças chamado marketing dirigido.







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Posted on 27-04-2008
Filed Under (Internet, Marketing) by Rick





Relacionamento Eletrônico – Político X Eleitor

 

O político “do” terceiro milênio precisa “estar” no terceiro milênio, precisa utilizar-se dos recursos tecnológicos disponíveis não apenas para conquistar , mas também manter seus eleitores, e para isso ele precisa usar uma velha receita de bolo, ouvir o seu eleitor, saber quais são suas expectativas, saber o quanto ele está satisfeito, e para essa velha receita de bolo, o político que “está” no terceiro milênio tem ao seu dispor um novo ingrediente, a Internet …

 

Em 1995, não passavam de alguns milhares, hoje em 2008, são 30 milhões de brasileiros conectados a Internet a partir de suas casas em média 12 horas por mês, e se ampliarmos para aqueles que acessam em seus ambientes de t rabalho, escolas, faculdades ou pontos de acesso público, aumentamos substancialmente o número de brasileiros que encontram na Internet não apenas uma fonte de entretenimento, mas também informação e cultura.

 

Hoje nos Estados Unidos, seria possível eleger um presidente da república somente com a população de internautas do país que ultrapassam os 100 milhões, e não tenha dúvida de que em menos tempo do que imaginamos, no Brasil não será diferente, pois hoje já temos internautas suficientes para eleger vereadores, deputados estaduais, federais, senadores e logo teremos com certeza internautas o bastante para eleger um presidente da república.

 

A Internet proporciona a você político, quer seja do poder legislativo ou executivo, a possibilidade de se apresentar de maneira clara, completa ao seu eleitor por meio de um canal onde é possível disponibilizar imagem, texto e som 24 horas por dia 7 dias da semana por um custo insignificante se comparado a televisão ou a mídia impressa, ou seja, seu eleitor pode ver muito mais a seu respeito e ter muito mais subsídios para escolher votar em você.

 

Mas muito mais importante do que aquilo que você pode colocar na Internet , é aquilo que você pode receber por meio dela, pois esta é sem sombra de dúvidas a mídia mais interativa da atualidade, e se você souber e se propuser a explorar esta interatividade, você terá um canal de comunicação tão dinâmico com seu eleitor, ao ponto de obter dele as informações, os subsídios necessários para conduzir seu mandato em uma linha que venha trazer a eles a satisfação de suas expectativas, e com certeza conquistar sua fidelização para futuros pleitos.

 

Seu eleitor quer ser ouvido, quer sentir-se impor tante para você, e você sabe o quanto ele o é, pois foi o voto dele que te deu a oportunidade de estar onde você está, mas a evolução dos tempos tem mostrado que não basta ser eficiente apenas em tempos de campanha, você precisa manter este contato, este relacionamento com seu eleitor para ter o sucesso político que almeja, e para isso, hoje você tem a sua disposição uma ferramenta extremamente poderosa, a Internet .

 

Não seja o último a descobrir o poder que esta poderosa mídia tem a lhe oferecer , o poder de não apenas conquistar, mas manter a atenção e o contato com aquele que é o seu maior patrimônio, o eleitor, tudo isso por meio de um relacionamento contínuo e interativo. Sem sombra de dúvidas você é um político “do” terceiro milênio tendo que lidar com a competitividade deste novo contexto político que se encontra ao seu redor, mas aí vem a pergunta, você é um político que “está” no terceiro milênio utilizando-se dos recursos que toda essa evolução tecnológica veio a deixar a sua disposição?

 

Muito sucesso, e que você possa ser um político vitorioso no terceiro milênio.




 

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